
O maior mala do futebol brasileiro no momento ainda não foi tratado com o cuidado que merece por esse blog. Ele e suas roupas de gosto duvidoso. Uns dizem que foram criadas pelo filho que nasceu em Pelotas, outros, que foi uma filha. Tenho dúvidas.
O bairrista comandante do futebol nacional, além de selecionar os queridinhos da imprensa, sempre acha uma maneira de levar algumas jovens promessas do futebol. Seria certo se não fosse apenas do lugar de onde veio o gaucho ou do eixo Rio-São Paulo. Deve ganhar algum por isso.
O cara é descaradamente puxa-saco do Ricardinho-manda-chuva, ou seria dos patricinadores. Ninguém sabe ao certo qual é o nível de poder de decisão quel ele tem sobre a Seleção Brasileira.
A pergunta: Como um cidadão sem experiência alguma assume o cargo de maior importância na sua área, no seu país? É o mesmo que deixar o comando da Petrobras para um estagiário ou a presidência do país para um analfabeto. Só no Brasil.
Vaia pra você, fantoche pau-mandado da Seleção Brasileira.

Essas coisas só são possíveis no país do futebol. E dos otários.
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