O outrora querido paranaense de Ricardo Teixeira foi para o lugar merecido, para jaula. Onaireves de Moura, outro adepto ao mesmo sistema vitalício, que ocupou por anos o cargo de presidente da Federação Paranaense de Futebol, cumpre pena por sonegação de impostos, desvio de dinheiro estelionato, fraude processual e formação de quadrilha.Achei estranho que a Bahia sedia jogos de eliminatória em estádio com capacidade para apenas 30 mil pessoas. E o estado do Paraná, com pelo menos cinco bons estádios, na capital e interior, ficou de fora desta festa. Até no meio-estádio do Atlético-PR cabem mais pessoas.
Porque este pré-conceito? Seria um castigo da CBF ao estado? Um mágoa antiga? Ou uma raiva do seu Ricardo por ter deixado de ganhar dinheiro por aqui, quando tinha seu braço direito no comando.
Houve um jogo, o último em que a seleção passou pelo estado do Paraná, em que o Onaireves não repassou o lucro para a CBF, embolsou e sonegou tudo. Essa falta de parceria com o chefe da máfia acabou com sua carreira. Talvez isso o fez parar na cadeia.

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